5 momentos que nos remeteram ao cinema em RuPaul’s Drag Race

5 momentos que nos remeteram ao cinema em RuPaul’s Drag Race

RuPaul’s drag race é aquele tipo de programa que nos deixa vidrados em frente à televisão. Coisas misteriosas acontecem quando você começa a assisti-lo, como terminar as seis temporadas em menos de uma semana. Para os fãs de cinema, o programa tem um gostinho diferente. Cada vez que RuPaul cita Joan Crawford, Judy Garland ou Mamãezinha Querida, nossos ovários explodem! Compilamos cinco momentos que nos fizeram nós, cinéfilos, adorar ainda mais esse reality show.

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Contagem regressiva para o Oscar: o ano de 1952

Contagem regressiva para o Oscar: o ano de 1952

Faltam quatro dias para o Oscar e ainda não nos cansamos de analisar essa cadeia hereditária que são as premiações da Academia.

No dia 20 de março de 1952, uma tarde de quinta-feira com um lindo sol azul, um dos filmes mais ousados que a Old Hollywood já conhecera varria quase todos os prêmios de melhor ator e atriz. Além disso, Gene Kelly estrelou “Um dia difícil para os inimigos”, levando para a casa o Oscar Honorário. E o filme mais caro de 1951 que não levou nada para a casa? Quo Vadis só levou prêmio de melhor escândalo do ano.

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Contagem regressiva para o Oscar: o ano de 1940

Contagem regressiva para o Oscar: o ano de 1940

Costuma-se dizer que 1939 é o melhor ano do cinema ever. Era de se esperar, então, que no ano seguinte, na premiação da Academia, o kisuco fervesse. Muitos filmes ótimos e memoráveis foram feitos naquele ano, do tipo que lembramos até hoje – realmente, você se lembra de TODOS os filmes que concorreram ao Oscar há cinco anos atrás?

Então… 1939 foi um ano inesquecível do cinema, e, é claro, isso se refletiu no Oscar de 1940 – meu ano favorito da premiação.

Teve prêmio de melhor ator marmelada, gente fazendo história, E o vento levou lacrando, aquele veneninho básico, and more.

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Sidewalks of London (1938)

Sidewalks of London (1938)

Na época em que Vivien Leigh desabrochava como iniciante atriz britânica, que vinha do teatro e era pouco conhecida nos Estados Unidos, estrelou ao lado de Charles Laughton o filme Sidewalks of London, também conhecido como St. Martin’s Lane. Apesar do clima nos bastidores não ser dos melhores, foi uma boa parceria para Laughton e outro veículo para que Leigh fosse notada, no filme que antecede sua performance no papel de Scarlett O’Hara no ano seguinte.

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Em busca do hipertendido, uma crítica ao filme “Uma rua chamada Pecado”

Em busca do hipertendido, uma crítica ao filme “Uma rua chamada Pecado”
Cahiers du Cinéma, Número 12, maio de 1952
Renaud de Laborderie

É evidente que este filme representa um louvável esforço rumo à qualidade e que não foi absolutamente concebido e dirigido para agradar o gosto do espectador médio americano cuja idade mental, segundo as estatísticas, está em torno dos 12 anos. A peça, que está quase perto de ser uma fiel transposição, estava destinada a um público bastante exclusivo e “sophisticated” da Broadway, que, por assinar o jornal New Yorker, gosta de ter alguma responsabilidade cultural, algum interesse pelas afetações nuançadas de intrigas dramáticas ditas avant-garde. Estamos, então, prevenidos: o filme será inteligente, hábil, sutil. Mas também será para Chaplin o que Christian Bérard é para Picasso e o que Henry Sauguet é para Strawinsky.  Continue Reading…

TOP 10 remakes que deveríamos lembrar

TOP 10 remakes que deveríamos lembrar


Hoje vamos falar deles, os remakes. Preparamos uma lista (para esse tema caberia uma, duas, três listas se incluirmos os mais cafonas) daqueles que valeram a pena e também das bombas que jamais deviam ter alcançado a luz do dia. Caso tenha perdido algum, sempre pode-se recorrer ao torrent. Alguns desses filmes sofreram adaptações em relação ao original, mas retratam a mesma história.

 

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Em Roma na Primavera (1961)

Em Roma na Primavera (1961)

Ninguém melhor que Vivien Leigh para dar vida às personagens do Tennessee Williams. Em “Uma Rua Chamada Pecado” ela domina as cenas de tal forma que parece estar confortável na pele de Blanche Dubois. Vivien como ninguém soube projetar a experiência nos palcos para as telas de cinema. Por mais de três décadas conciliou seu trabalho em Hollywood, com o teatro. Fez inúmeras peças na Inglaterra, algumas dirigidas pelo marido Laurence Olivier, com quem esteve casada por 20 anos. Talvez por isso, não atuou em tantos filmes quanto outras atrizes veteranas. Mas teve momentos ímpares: imortalizou Scarlet O’Hara em “E O Vento Levou”, deu uma performance memorável ao lado de Marlon Brando em “Uma Rua Chamada Pecado”, e quem não se emocionou com “A Ponte de Waterloo”?

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