Dez filmes com Rock Hudson que talvez você não tenha assistido

Dez filmes com Rock Hudson que talvez você não tenha assistido

Se estivesse vivo, Rock Hudson estaria completando hoje 91 aninhos de idade. O astro colecionava bons amigos na Era de Ouro do cinema e foi anfitrião de festas inesquecíveis na sua casa em Beverly Hills. A residência era conhecida como “O Castelo” e frequentada por estrelas como Elizabeth Taylor, Paul Newman, Judy Garland, entre outros.

Muitos questionam suas habilidades ou limitações como ator, mas seu carisma parece ser unânime e dificilmente você escutará qualquer história de Rock sendo rude com quem quer que seja. Aquele sorriso encantador o acompanhou por toda a vida.

Quando temos um ídolo, afirmo também por minhas parceiras aqui do blog, não nos contentamos somente em conhecer seus maiores clássicos. É necessário correr atrás de biografias, assistir documentários e caçar os filmes mais aleatórios que nossa estrela favorita tenha feito antes de emplacar ou aqueles que fizeram para a TV quando a carreira no cinema já não estava essa Coca toda.

Rock Hudson é um dos maiores galãs old-fashion-way que Hollywood já produziu. Já falamos sobre alguns dos romances que ele fez com Douglas Sirk (Tudo Que o Céu Permite, Seu Único Desejo), as comédias românticas com Doris Day, a tentativa de mudar o rumo de sua carreira em “O Segundo Rosto” e quando se uniu a outros astros da Golden Age em um filme dos anos 1980, o suspense “A Maldição do Espelho”.

Dessa vez, fizemos uma listinha de filmes com Rock Hudson que não são tão conhecidos quanto “Pillow Talk” ou “Assim Caminha a Humanidade”. Um mergulho de cabeça na carreira desse lindo. Bora relembrar a carreira dele com a gente?

Segura que hoje é dia de ROCK no Cine Espresso, bebê! Continue Reading…

Uma aventura em Paris (1942)

Uma aventura em Paris (1942)

 A Segunda Guerra Mundial foi um período bastante fértil para o cinema. Depois de chutar o pau da barraca e resolver romper com a colaboração alemã (sim, os americanos colaboraram para difundir ideias fascistas com seus filmes, mais detalhes no texto sobre o filme Tempestades d’alma), os americanos decidiram que era hora de arregaçar as manguinhas e detonar os alemães da melhor forma possível: fazendo filmes.

Essa atitude foi motivada por questões financeiras, uma vez que os filmes americanos não podiam mais entrar na Alemanha. Isso gerou uma grande perda de dinheiro, pois o segundo maior mercado de exportação de filmes pertencia aos alemães. Os estúdios ficaram furiosos. Como consequência temos diversos filmes de guerra contra o nazismo, que passavam pela OWI (Office of War Information), órgão criado por Franklin D.Roosevelt. A pergunta chave desse escritório, que tinha uma subdivisão dedicada ao cinema, era: “Este filme irá ajudar a ganhar a guerra?”.

Talvez Uma aventura em Paris (Reunion in France) não tenha ajudado a ganhar a guerra, mas certamente mostrou-se eficaz ao retratar a vida na França ocupada pelos alemães.

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Onde começa o inferno (1959)

Onde começa o inferno (1959)
John Wayne é sinônimo de bom western. Com Dean Martin, Walter Brennan, Angie Dickinson e Ricky Nelson no mesmo filme então, não podia mesmo dar errado. E Howard Hawks dirigindo, preciso dizer mais?

Feito como uma resposta ao filme Matar ou morrer, de 1955, que, diga-se de passagem, irritou John Wayne, Onde começa o inferno mostra que xerife bom é aquele que não tem medo de sacrificar-se pelo bem de sua cidade.

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