Dez filmes com Rock Hudson que talvez você não tenha assistido

Dez filmes com Rock Hudson que talvez você não tenha assistido

Se estivesse vivo, Rock Hudson estaria completando hoje 91 aninhos de idade. O astro colecionava bons amigos na Era de Ouro do cinema e foi anfitrião de festas inesquecíveis na sua casa em Beverly Hills. A residência era conhecida como “O Castelo” e frequentada por estrelas como Elizabeth Taylor, Paul Newman, Judy Garland, entre outros.

Muitos questionam suas habilidades ou limitações como ator, mas seu carisma parece ser unânime e dificilmente você escutará qualquer história de Rock sendo rude com quem quer que seja. Aquele sorriso encantador o acompanhou por toda a vida.

Quando temos um ídolo, afirmo também por minhas parceiras aqui do blog, não nos contentamos somente em conhecer seus maiores clássicos. É necessário correr atrás de biografias, assistir documentários e caçar os filmes mais aleatórios que nossa estrela favorita tenha feito antes de emplacar ou aqueles que fizeram para a TV quando a carreira no cinema já não estava essa Coca toda.

Rock Hudson é um dos maiores galãs old-fashion-way que Hollywood já produziu. Já falamos sobre alguns dos romances que ele fez com Douglas Sirk (Tudo Que o Céu Permite, Seu Único Desejo), as comédias românticas com Doris Day, a tentativa de mudar o rumo de sua carreira em “O Segundo Rosto” e quando se uniu a outros astros da Golden Age em um filme dos anos 1980, o suspense “A Maldição do Espelho”.

Dessa vez, fizemos uma listinha de filmes com Rock Hudson que não são tão conhecidos quanto “Pillow Talk” ou “Assim Caminha a Humanidade”. Um mergulho de cabeça na carreira desse lindo. Bora relembrar a carreira dele com a gente?

Segura que hoje é dia de ROCK no Cine Espresso, bebê! Continue Reading…

Os homens preferem as loiras (1953)

Os homens preferem as loiras (1953)

But square-cut or pear-shaped
These rocks don’t lose their shape
Diamonds are a girl’s best friend!

 

Os homens preferem as loiras foi a minha primeira incursão no fantástico e fascinante mundo de Marilyn Monroe. Lembro que, naquela época, minha mãe me deu de presente todos os filmes que formariam meu caráter como cinéfila e este clássico de Howard Hawks foi um deles.

Quem me conhece sabe que não sou uma pessoa chegada em musicais, mas existem algumas coisas nessa vida pelas quais você abre uma exceção, e uma delas é Os homens preferem as loiras. É impossível não se ver enfeitiçado por Marilyn Monroe e Jane Russell!

Além disso, o que dizer sobre Diamonds are a girl’s best friend? Um número musical tão ou mais icônico do que Gene Kelly e seu guarda-chuva. Não há quem não se lembre do vestido rosa e dos diamantes, seja na imagem da própria Marilyn ou na homenagem de Madonna no videoclipe de Material Girl. Ainda lembro da fita cassete da Madonna que minha mãe tinha em casa e de como eu simplesmente amava dublar Material Girl, correndo de um lado para o outro, imaginando aqueles homens de terno me oferecendo diamantes. Mal sabia que estava imitando mesmo Marilyn Monroe!

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Bola de fogo (1941)

Bola de fogo (1941)

Bola de fogo (Ball of fire) é daqueles filmes em que a gente vive quase uma experiência extracorpórea. Tudo nos tira do chão: as atuações, o roteiro de Billy Wilder e Charles Brackett, a direção, o romance, o lelele de Barbara Stanwyck. Eu desafio você a NÃO gostar desse filme. Mais do que informar as curiosidades do filme e fazer grandes análises, hoje gostaria de contar um pouco do que senti assistindo Missy, Gary Cooper e Dana Andrews nessa comédia de Howard Hawks. Ou sobre como Bola de fogo arrancou meu coração fora.

A screw ball comedy foi um gênero de filme muito popular, que surgiu na época da Grande Depressão. Nos anos 40, ela vivia seu auge. O que você deve saber sobre este gênero: confusão. Essa é a palavra chave. O filme inteiro é (quase) sempre calcado em um mal entendido, no caso de Bola de Fogo temos uma personagem que está fugindo da polícia e se esconde na casa de um estudioso com a desculpa de ser cobaia para suas experiências linguísticas. A screw ball comedy chama a atenção pelo bate-bola-jogo-rápido. Como assim? Os personagens sempre têm uma resposta na ponta da língua, uma respostinha afiada, cheia de ironia. Às vezes é difícil acompanhar e processar o que eles estão dizendo. Quem viu Bola de Fogo há de concordar comigo que, de vez em quando, é difícil entender as ironias de Sugarpuss O’Shea. Alguns outros filmes desse gênero são Levada da Breca, resenhado pela Camila por aqui, Aconteceu naquela noite, As três faces de Eva etc etc etc.

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Uma Aventura na Martinica (1944)

Uma Aventura na Martinica (1944)

You know you don’t have to act with me, Steve. You don’t have to say anything, and you don’t have to do anything. Not a thing. Oh, maybe just whistle. You know how to whistle, don’t you, Steve? You just put your lips together and blow.

A história de Uma Aventura na Martinica (no original, To have and have not) se confunde com a própria história de Bogie e Bacall. Afinal, foi por causa desse filme que nasceu um dos pares mais famosos do show business, dentro e fora das telas. E não precisa de muito para entender o porquê de ter funcionado tão bem. Desde a primeira cena juntos, o casal provoca faíscas.

Adaptado do livro homônimo de Ernest Hemingway, Uma Aventura na Martinica se passa na cidade do título em português, e não em Cuba, como no romance original. Repleto de improvisos, tanto do diretor quando do talentoso elenco, o filme foi a estreia de uma Lauren Bacall de 19 anos, nova, sim, mas já mostrando a que veio – e de quebra, arrebatando o coração de Humphrey Bogart.

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Onde começa o inferno (1959)

Onde começa o inferno (1959)
John Wayne é sinônimo de bom western. Com Dean Martin, Walter Brennan, Angie Dickinson e Ricky Nelson no mesmo filme então, não podia mesmo dar errado. E Howard Hawks dirigindo, preciso dizer mais?

Feito como uma resposta ao filme Matar ou morrer, de 1955, que, diga-se de passagem, irritou John Wayne, Onde começa o inferno mostra que xerife bom é aquele que não tem medo de sacrificar-se pelo bem de sua cidade.

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Levada da breca (1938)

Levada da breca (1938)

Junte um Cary Grant nerd, sério e comprometido, uma Katharine Hepburn ingenuamente maluca e hiperativa, um cachorrinho que ama ossos de brontossauro e um leopardo chamado Baby. Reunindo tudo isso com maestria, a direção do gênio Howard Hawks. Como resultado você terá uma das comédias mais insanas de todos os tempos: Bringing up Baby, de 1938.

O enredo é aparentemente simples, mas ao mesmo tempo não é. Katharine Hepburn é Susan, a sobrinha de uma milionária em vias de decidir seu testamento. Cary Grant é David, um paleontólogo que está de casamento marcado (com uma mulher que é um verdadeiro pesadelo), tentando conseguir uma doação de um milhão de dólares  para o museu onde trabalha, e conseguir completar o seu tão querido esqueleto de brontossauro. Continue Reading…

                                    
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