Quatro referências cinematográficas em novelas mexicanas

Quatro referências cinematográficas em novelas mexicanas

Não faça essa cara de como assim novela no Cine Espresso? porque eu sei que você, assim como eu, cresceu assistindo às novelas mexicanas que passavam no SBT. Antes de eu conhecer a internet e o cinema clássico, tive meus momentinhos de assistir um milhão de vezes às produções da Televisa, estrelando Thalia, Gabriela Spanic e Victoria Ruffo.

Recentemente, após recomeçar a rever A madrasta, uma novela que chegou muito perto do sucesso que A usurpadora fez no México e no mundo, comecei a notar quantas referências cinematográficas permeiam essas tramas. Hoje trazemos cinco referências que, com certeza, farão você enxergar essas histórias açucaradas de outra maneira. Afinal, já dizia Chacrinha: “Nada se cria, tudo se copia”. Continue Reading…

TOP 10 remakes que deveríamos lembrar

TOP 10 remakes que deveríamos lembrar


Hoje vamos falar deles, os remakes. Preparamos uma lista (para esse tema caberia uma, duas, três listas se incluirmos os mais cafonas) daqueles que valeram a pena e também das bombas que jamais deviam ter alcançado a luz do dia. Caso tenha perdido algum, sempre pode-se recorrer ao torrent. Alguns desses filmes sofreram adaptações em relação ao original, mas retratam a mesma história.

 

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Crepúsculo dos deuses (1951)

Crepúsculo dos deuses (1951)
Eu sou grande, os filmes é que ficaram pequenos.

Começo esse post de maneira pouco convencional, falando sobre alguém que não tem nada a ver com Crepúsculo dos deuses: Joan Crawford. Quer dizer, ela não tem nada a ver diretamente. Indiretamente Joan tem, sim, muito a ver com esse filme, pois ele representa um momento que ela e outras atrizes estavam vivendo, ou seja, o ostracismo. Ontem estava revendo uma de suas entrevistas para a BBC, em 1965 se não me falha a memória. Em certo momento, ela começa a falar que sente falta de sua época inocente, os doces anos 30. Que tudo estava escancarado naqueles “dias de hoje” (imagina agora então) e que os artistas de sua época tinham um mistério, que ninguém sabia nada sobre a vida pessoal deles e que esse mistério era a graça de tudo. Crawford odiaria Twitter, Instagram e Facebook, mas isso não vem ao caso. O fato é que Crepúsculo dos deuses contém essa amargura, essa nostalgia desse tempo que está suavizado na fala de Crawford. É a visão realista que por vezes nos choca e entristece neste clássico do diretor Billy Wilder.

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