Vítimas do divórcio (1932)

Vítimas do divórcio (1932)

Não é segredo para quem acompanha esse blog que a minha atriz favorita, dona do meu coração, é a Katharine Hepburn. Não foi surpresa então que, em incursões em sebos de São Paulo, eu dei aquela surtada básica quando achei duas (DUAS!) biografias da rainha suprema. Mas eu não podia levar nenhuma, afinal já tinha gastado os tubos em outras sessões de surto na Livraria Cultura e na Fnac. No entanto, minha melhor amiga e companheira de passeio, decidiu me presentear com uma delas; eu precisava escolher. Decidi que aceitava, sim, e que levaria Uma mulher fabulosa, de Anne Edwards – a outra tinha um viés meio sensacionalista, e eu não sei se já estava preparada para derrubar alguns mitos sobre minha diva. Sou dessas.

Todo esse prólogo é apenas para dizer que ler esse livro, me fez querer ver depressa alguns filmes que ainda não vi da Kate, pois ele é rico em detalhes de bastidores e produção de cada um. E por que não começar pelo começo?

A bill of divorcement é o primeiro filme de Katharine Hepburn, em uma época em que ela atuava apenas no teatro, e ainda não era uma estrela – longe disso. A verdade é que o destino – e o diretor George Cukor, futuro de BFF de Kate –  deu uma mãozinha para que Hepburn estreasse finalmente no cinema, ao lado de John Barrymore, e ainda por cima, com um salário bastante alto para a época – 1500 dólares por semana – deixando muita gente no estúdio RKO de cabelos em pé. E, de quebra, mostrasse a que veio.

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Cinco filmes de James Stewart que você deveria ver

Cinco filmes de James Stewart que você deveria ver
I think he’s probably the best actor who ever hit the screen.
(Frank Capra)

Hollywood sempre foi um lugar onde as unanimidades são raras. Mas, um desses casos, sem dúvida nenhuma, é James Stewart. Um dos astros mais versáteis que o cinema produziu, Jimmy no início de sua carreira fixou no público a imagem do sujeito de bom coração,  trabalhador e honesto. Essa ideia que se tem dele condizia totalmente com a realidade; nunca houve alguém com algo ruim para dizer sobre ele. A carreira de James Stewart foi brilhante, com mais de oitenta filmes e trabalhos com grandes diretores como Alfred Hitchcock, John Ford e Frank Capra. Sua carreira teve duas fases: antes e depois da Segunda Guerra Mundial. A primeira é marcada por comédias românticas e personagens no melhor estilo Frank Capra. No entanto, Jimmy abandonou Hollywood temporariamente para ir à guerra. Esse acontecimento mudou totalmente a visão do ator, tornando sua atuação ligeiramente mais sombria, menos ingênua, digamos assim. Quem explorou essa nova faceta do astro, foi Alfred Hitchcock, com quem Jimmy fez quatro filmes.

Foi um desafio escolher cinco filmes estrelados por ele para recomendar. Eu já vi muitos filmes de Jimmy; nenhum que eu possa chamar de ruim. Deixei  fora propositalmente A felicidade não se compra,  de 1946, pois já escrevi sobre ele antes. Por fim, convido você a descobrir mais preciosidades da carreira desse grande astro. É garantia de nunca se decepcionar quando você quer algo realmente ótimo para assistir. Continue Reading…

Um rosto de mulher (1941)

Um rosto de mulher (1941)

Um rosto de mulher, filme de George Cukor, fechou com chave de ouro a era Joan Crawford na Metro Goldyn Mayer (MGM), estúdio que a acolheu desde os anos 20. Dizem que seu Oscar, em 1945, por Almas em suplício foi uma compensação por não ter ganho como a amarga Anna Holm em 1941. Parece que todos os fracassos de Crawford no estúdio (e tinham sido vários, o que lhe rendeu o título carinhoso de ‘veneno de bilheteria’) são esquecidos quando assistimos a esse filme. O papel de Anna Holm é o auge de sua maturidade como atriz.

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