Ciúme, sinal de amor (1949)

Ciúme, sinal de amor (1949)
I adore the man. I always have adored him. It was the most fortunate thing that ever happened to me, being teamed with Fred: he was everything a little starry-eyed girl from a small town ever dreamed of. (Ginger Rogers)
He gives her class and she gives him sex appeal.
(Katharine Hepburn)

Hollywood é a terra, entre outras coisas, da fofoca. É meio que impossível distinguir os boatos das verdades. Algumas dessas fofocas acabam por tornarem-se lendas. É o caso do relacionamento profissional e pessoal de Fred Astaire e Ginger Rogers.

É impossível falar do último filme que essa dupla fantástica fez, sem comentar sobre os aspectos pessoais que envolveram a parceria. Isso porque The Barkleys of Broadway, de 1949, dizem as más línguas, é de certa forma uma fábula daquilo que foi o relacionamento real entre Fred e Ginger.

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Dance comigo (1938)

Dance comigo (1938)

Won’t you change partners and then, you may never want to change partners again…

Não há como negar: Fred Astaire e Ginger Rogers simplesmente fizeram mágica nas telas e marcaram para sempre a história do cinema com seus musicais, com suas coreografias elaboradas e deliciosas de se assistir – obviamente, elas não eram tão deliciosas assim de serem gravadas, mas certamente, eles nos mostravam exatamente o contrário. Na tela, Fred e Ginger não dançavam; eles flutuavam. Simples assim. Tamanha química diante das telas não é para qualquer um. Depois de dez filmes juntos, a parceria ganhou ares de mito, e hoje é difícil falar de um, sem lembrar do outro.

Desses dez filmes, o mais lembrado é O picolino (Top Hat), de 1935, que também é considerado o melhor filme da dupla. No entanto, foi Carefree (em português, Dance Comigode 1938, o oitavo filme de Fred e Ginger que mais me cativou, o que mais me fez rir, o que tem as danças mais… mais Fred e Ginger de todas! E, pasmém – algo raro na filmografia dos parceiros de Cheek to cheek – eles até se beijam!

Nunca Astaire e Rogers foram tão bonitos, engraçados, e – por que não dizer? – sexy.

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A roda da fortuna (1953)

A roda da fortuna (1953)

The world is a stage
The stage is a world of entertainement!

Poucos diretores souberam se valer da metalinguagem, ou seja, falar sobre o cinema dentro de um filme, tão bem quanto Vincente Minnelli. Assim estava escrito (The bad and the beautiful) é um ótimo exemplo da fusão entre as fronteiras que separam a arte da vida real. Será que a vida imita a arte? Ou a arte imita a vida? Questões duras que o seu Aristóteles tentou responder. O fato é que Minnelli se vale da metalinguagem, dessa vez, para falar do mundo do teatro em A roda da fortuna (The bandwagon).

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