Eu sei o que aconteceu a Baby Jane

Eu sei o que aconteceu a Baby Jane

Quando Harry Potter and the Cursed Child foi finalmente anunciado, minhas melhores amigas (e revisoras do Cine Espresso) ficaram muito eufóricas com a possibilidade de assistir algo que elas amavam tanto pela primeira vez no teatro. Embora eu tivesse ficado muito contente por elas, não entendia de verdade a dimensão de algo que forma o seu caráter “estar de volta” e causar os mesmos frissons adolescentes de 10 e tantos anos atrás. Até que um belo dia tomei conhecimento de que O que terá acontecido a Baby Jane?, um dos filmes que formou meu caráter como cinéfila, seria adaptado para palcos brasileiros. Aí, meus senhores, eu senti na pele os arrepios ao olhar uma simples foto dos ensaios ou ao assistir à coletiva de imprensa com o diretor e o elenco.

E, depois de ter tido a oportunidade de assistir a essa adaptação teatral na primeira fila, tentarei descrever um pouco do que senti ao ver Eva Wilma e Nicette Bruno representando as personagens tão consagradas por Bette Davis e Joan Crawford.

Continue Reading…

Quatro referências cinematográficas em novelas mexicanas

Quatro referências cinematográficas em novelas mexicanas

Não faça essa cara de como assim novela no Cine Espresso? porque eu sei que você, assim como eu, cresceu assistindo às novelas mexicanas que passavam no SBT. Antes de eu conhecer a internet e o cinema clássico, tive meus momentinhos de assistir um milhão de vezes às produções da Televisa, estrelando Thalia, Gabriela Spanic e Victoria Ruffo.

Recentemente, após recomeçar a rever A madrasta, uma novela que chegou muito perto do sucesso que A usurpadora fez no México e no mundo, comecei a notar quantas referências cinematográficas permeiam essas tramas. Hoje trazemos cinco referências que, com certeza, farão você enxergar essas histórias açucaradas de outra maneira. Afinal, já dizia Chacrinha: “Nada se cria, tudo se copia”. Continue Reading…

Bette Davis e suas gêmeas

Bette Davis e suas gêmeas

Hoje seria aniversário de uma das maiores atrizes que o mundo já ouviu falar: Bette Davis. Eu, como muitos sabem, sou aficionada por Jeanne Moreau, mas meu primeiro amor foi titia Bette, sorry Jeanne! Com certeza ela é uma das grandes responsáveis por eu gostar tanto de cinema como gosto hoje. Bette Davis é uma atriz mais que completa, ao longo de sua carreira protagonizou personagens memoráveis entre ele o de gêmeas. Se dizem que um é pouco, dois é bom e três é de mais, isso de forma alguma pode se aplicar a Davis, e suas duas gêmeas: Kate /Patricia Bosworth (Uma vida roubada, 1946) e Margaret De Lorca / Edith Phillips (Alguém morreu em meu lugar, 1964). Com quase 20 anos de diferença entre um filme e outro, possuem características tão iguais que até imaginamos um filme como sequência do outro.

Continue Reading…

A carta (1940)

A carta (1940)

 He tried to make love to me and I shot him.

Talvez a primeira imagem marcante que tenho de Bette Davis seja a de seu rosto, num misto de loucura e coragem, após ter disparado contra um homem desconhecido na varanda de sua casa. Naquela época, eu dava meus primeiros passos como fã de Miss Davis e lembro da felicidade de ter finalmente comprado a edição de seu box, lançada pela Warner Brothers. A carta foi o primeiro filme dos quatro que integravam a coleção que assisti. Uau! Que belo começo! Você nunca mais esquecerá o rosto de Bette Davis (e tem como?) depois de assistir a esse filme.

Por quê? Porque temos trilha sonora de Max Steiner, amor, cinismo, ódio, atuações magníficas, affairs nos bastidores… tudo isso coroado pela mágica direção de William Wyler!

Continue Reading…

O Último Adeus de Bette Davis

O Último Adeus de Bette Davis

“Documentário sobre os últimos dias de Bette Davis estréia em festival de filmes na Espanha, realizado com a dignidade e respeito que merece”

A última aparição pública de Bette Davis aconteceu a 25 anos no Festival San Sebastian na Espanha em 1989, e sua morte, que a estrela sabia que era eminente, ocorreu pouco tempo depois num hospital na França. Tais acontecimentos garantiram a ela um lugar especial no coração dos fanáticos por cinema na Espanha, desesperados por um pouco de glamour após 40 anos de Franco. “Bette Davis Bids Farewell” relata a história daqueles dias de afeição, homenagens divertidas, algumas emocionantes e sempre respeitosas.

Com detalhes superficiais no que diz respeito a San Sebastian deixados para trás, o diretor Pedro Gonzales Bermudez utiliza uma abordagem sem rodeios para documentar quase que hora por hora, acontecimentos detalhados desde a chegada da atriz no aeroporto em San Sebastian até sua última viagem para a França. Ele fez um bom trabalho na busca de praticamente todos que tiveram contato direto com ela durante aqueles poucos dias. E outros que não tiveram, mas que sabiam da importância cultural do último adeus de Bette Davis.

Continue Reading…

GUILTY PLEASURE: Dez fracassos de bilheteria que amamos!

GUILTY PLEASURE: Dez fracassos de bilheteria que amamos!

Preparamos uma lista com nossos fracassos/FLOPS/veneno de bilheteria/bombas/fiascos comerciais favoritos! Por diversos motivos esses filmes foram rejeitados, mas passaram em um dos testes mais importantes: sobreviveram ao tempo. Cleópatra e O Mágico de Oz não foram citados, mas são um ótimo exemplo. Não podemos deixar de fora as produções de baixo orçamento, alguns são irrelevantes até hoje e outros causaram um grande impacto na cultura popular com o passar dos anos.

Continue Reading…

A Estranha Passageira (1942)

A Estranha Passageira (1942)

Quando Bette Davis ainda era a “galinha dos ovos de ouro” da Warner e havia arrecadado milhões para o estúdio, começou a luta pela escolha dos projetos e papéis que seriam interessantes para ela. Na época já tinha feito uma sucessão de vilãs e manchetes como Ninguém é tão boa quanto Bette Davis quando ela é má começavam a pipocar. Então, quando a Warner comprou os direitos de “Now, Voyager” em 1942, Bette foi ao escritório e disse “Eu escutei que vocês compraram Now Voyager para Irene Dunne, de jeito nenhum, eu preciso de um personagem simpático!”. Após “Nascida Para o Mal” e “Pérfida”, Bette se tornou a heroína do filme de Irving Rapper.

Continue Reading…

Aldrich e a improvável sequência de Baby Jane: Hush Hush Sweet Charlotte

Aldrich e a improvável sequência de Baby Jane: Hush Hush Sweet Charlotte

Depois do estrondoso sucesso de Whatever Happened to Baby Jane em 1962, responsável por unir pela primeira vez as veteranas Bette Davis e Joan Crawford, Aldrich planejava uma sequência.

Os motivos que originaram a famosa rixa Bette Davis VS Joan Crawford, os bastidores de Baby Jane e as (diversas) farpas trocadas entre elas fica para outro post. Vamos falar sobre o período depois disso, que antecipa o filme Hush Hush Sweet Charlotte, lançado em 1964 pelo cineasta Robert Aldrich.

Continue Reading…

                                    
Encontre-nos no Facebook
Filmes por Ator:
                                                                                                                       
Filmes por Atriz:
                                                                                                                       
Filmes por Diretor: