Mulher (1997/1998)

Mulher (1997/1998)

Sempre subestimo minha capacidade de me apaixonar novamente por uma artista e simplesmente sair correndo para ver tudo o que ela fez nesta vida. Pois a grande dama que conquistou meu coração desta vez chama-se Eva Wilma.

Semana passada fui assisti-la pela primeira vez no teatro e saí de lá apaixonada. Quando digo aos meus amigos que queria me deitar no palco e pedir para que ela fizesse tudo comigo, eu não estou brincando. Há muito tempo não experimentava sensações tão fortes em relação a uma história, a uma obra artística. Parecia que, naquele momento em que ela estava representando na minha frente, eu redescobri que tinha um coração batendo dentro de mim. Por isso, quando a peça terminou, não sabia direito o que fazer. Eu sentia aquele coração batendo no meu peito, tão forte. Infelizmente, a sensação evaporou rapidamente, fazendo com que eu tivesse uma única certeza: precisava muito sentir o coração novamente. Muito. E o único jeito era ter a atuação monstruosa dessa atriz desenrolando-se bem em frente a mim. Começava a busca incessante, à la Sherlock Holmes, pela próxima produção de Eva Wilma que arrancaria meu coração fora.

Por que fiquei tão surpreendida ao constatar que a segunda produção que estou vendo com Eva Wilma é super feminista? A resposta é lógica: uma série como Mulher jamais seria exibida na televisão de 2016. Ela só poderia ser fruto do fim dos anos 1990.

(e porque acho que ela estava predestinada a mim, é claro!)

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Marseille (2016)

Marseille (2016)

Confesso que eu cheguei com um mês de atraso a esta festa chamada Marseille. Foi através da Patrícia, nossa colega de Cine Espresso, que tomei conhecimento da primeira série francesa da Netflix. Até aquele momento, a série tinha passado batida por mim, mas aí duas palavrinhas mágicas foram ditas, e eu mudei de ideia na hora: Gérard Depardieu. Eu poderia passar horas enumerando atrizes francesas que são como rainhas para mim, mas rei é só um, e ele se chama Gérard Depardieu. Poucos atores franceses tem o calibre desse senhor. Um cara que trabalha diversas vezes com Catherine Deneuve e Fanny Ardant tem todo meu respeito como ator ( como pessoa não, afinal ele sonega imposto na França ). E foi por causa desse respeito que decidi assistir a Marseille.

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Seis referências cinematográficas em American Horror Story: Hotel

Seis referências cinematográficas em American Horror Story: Hotel

Depois de muita espera, a nova temporada de American Horror Story  finalmente está no ar! A trama de Ryan Murphy e Brad Falchuk está em sua sexta temporada e essa é a primeira temporada dentre as que, infelizmente, não contam com a participação mais do que especial de Jessica Lange. Porém, para nooossa alegria, referências cinematográficas é o que não faltam nessa nova temporada. Elencamos seis referências que farão seu coração cinéfilo fazer chica chica boom chic!

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10 melhores momentos de The Golden Girls

10 melhores momentos de The Golden Girls

Um dos maiores e melhores sitcoms dos anos 80 esteve completando 30 anos por esses dias. Em sete temporadas, cada uma com aproximadamente 24 episódios, é difícil escolher um único momento e classificá-lo como melhor. Todas as vezes que Blanche Devereaux (Rue McClanahan) contou suas históricas picantes sobre sexo e que Rose Nylund (Betty White) contou suas histórias intermináveis e sem sentido sobre sua cidade natal Saint-Olaf foram priceless.

 The Golden Girls marcou a cultura pop dos anos 80 e até hoje é adorada por milhares de pessoas de todas as idades. Recentemente algumas drag queens que participaram do reality show Ru Paul’s Drag Race reuniram-se para gravar uma esquete homenageando o sitcom.

Esta humilde compilação se propõe a deixar você com vontade de sair correndo para assistir The Golden Girls!

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5 momentos que nos remeteram ao cinema em RuPaul’s Drag Race

5 momentos que nos remeteram ao cinema em RuPaul’s Drag Race

RuPaul’s drag race é aquele tipo de programa que nos deixa vidrados em frente à televisão. Coisas misteriosas acontecem quando você começa a assisti-lo, como terminar as seis temporadas em menos de uma semana. Para os fãs de cinema, o programa tem um gostinho diferente. Cada vez que RuPaul cita Joan Crawford, Judy Garland ou Mamãezinha Querida, nossos ovários explodem! Compilamos cinco momentos que nos fizeram nós, cinéfilos, adorar ainda mais esse reality show.

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#Top 10 Seinfeld – Melhores episódios

#Top 10 Seinfeld – Melhores episódios

Tempos atrás escrevi aqui sobre o episódio piloto de Seinfeld, essa sitcom incrível, eleita pela crítica como a melhor de todos os tempos. Confesso que sou suspeitíssima para falar a respeito, pois Seinfeld é uma espécie de religião para mim. Mas está aí uma cambada enorme de fãs da série para provar: quem gosta de Seinfeld, gosta mesmo. Impossível não soltar um indignado ‘”Serenity now!” de vez em quando, comemorar o Festivus a cada 24 de dezembro, e terminar alguma frase com “yada yada yada“.

Pois é, Seinfeld tem disso mesmo. Uma série que fez piada de tudo e todos, e que é a cara dos anos 90. Impossível não amar Jerry, George, Elaine e Kramer. Eles são um quarteto fantástico, perfeitos juntos. Tipo os Beatles.

Tenho hoje a ingrata tarefa de listar 10 episódios que, em minha humilde opinião, são os melhores das nove temporadas, que encerrou no auge do sucesso.

E se você não ler até o final, já sabe: no soup for you!

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Entre novela e filme: A Sucessora (1978) e Rebecca, a mulher inesquecível (1940)

Entre novela e filme: A Sucessora (1978) e Rebecca, a mulher inesquecível (1940)

A vida do fã é basicamente dar tiros no escuro e torcer para acertar o alvo. Ao me apaixonar por Nathália Timberg e seu trabalho eu sabia que venderia minha alma ao capitalismo em algum momento para comprar tudo que estava disponível sobre ela na internet. Cá estou nesta difícil jornada de descrever tudo que senti ao assistir aos 30 primeiros capítulos de A Sucessora, novela de 1978 estrelada por essa grande atriz.

Espera aí… mas isso daqui não é um blog sobre cinema? Por que então falar sobre novela? Qual é a lógica?

Tudo a ver, meus amigos, tudo a ver. Isso porque A Sucessora dialoga com um dos filmes mais célebres do cineasta Alfred Hitchcock: Rebecca, a mulher inesquecível.

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Os cinquenta anos de A Feiticeira

Os cinquenta anos de A Feiticeira
Era uma vez uma garota tipicamente americana, que certo dia, chocou-se contra um típico rapaz americano. Ela chocou-se contra ele…… E outra vez chocou-se contra ele! Por isso decidiram sentar-se e conversar a respeito, antes que sofressem um acidente. Tornaram-se bons amigos e descobriram que tinha muitos interesses em comum. E quando o rapaz percebeu que ela era desejável, atraente e irresistível, fez o que qualquer rapaz americano teria feito, pediu-a em casamento. Tiveram um casamento típico e partiram para uma típica lua de mel em uma típica suíte matrimonial. Tudo tipicamente normal. 
Exceto pelo fato de que esta garota… é uma feiticeira.

 

Há exatos 50 anos atrás, estreava assim uma das séries mais queridas da televisão americana: Bewitched, conhecida por aqui como A feiticeira. Com sua música-tema e abertura inconfundíveis, a série, com a  história da bruxinha que se apaixona e casa com um mero mortal, tomou rapidamente o coração dos americanos, em uma época em que, cada vez mais, a televisão ganhava destaque na vida das pessoas.

The Barbara Stanwyck Show

The Barbara Stanwyck Show

Ontem, revendo o documentário sobre Pacto de sangue, alguém declarou que Barbara Stanwyck não era valorizada porque “não era uma Ava Gardner, uma Rita Hayworth”. Esse é o ponto. Foi justamente essa diferenciação que fez com que ela tivesse uma das carreiras mais longas que Hollywood já viu. Stany topava qualquer parada. Westerns? Ela topava. Comédias pastelão? Também. Assassinas, mães redentoras? Idem, idem.

No final dos anos 50, Missy embarcaria em uma trip muito louca chamada televisão.

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Os 25 anos do episódio piloto de Seinfeld

Os 25 anos do episódio piloto de Seinfeld

Jerry, George, Kramer e Elaine. Quatro personagens fictícios que são para mim como amigos conhecidos, muito queridos, que jamais falham em me animar quando estou deprimida. Eles sabem tudo sobre o nada. Aliás, é sobre isso que Seinfeld, a série estrelada por esses quatro personagens, fala: nada.

Uma das séries de mais sucesso nos Estados Unidos e no resto do mundo, Seinfeld ganhou esse título mesmo, de “a série sobre o nada”, e nessa semana fez aniversário; são 25 anos desde que o episódio piloto foi lançado. The Seinfeld Chronicles, como se chamava o tal episódio, foi ao ar ainda com um ar rudimentar, no dia 5 de julho de 1989. Na primeira cena, Jerry e George debatiam sobre o lugar de um dos botões da camisa de George (isto é, nada). Assim começou a série que mudou a vida de muita gente, retratando o cotidiano do norte-americano, mais especificamente, do nova-iorquino, de modo geral. Mas muita coisa mudaria do piloto para o sucesso absoluto que conhecemos hoje.

Ladies and gentlemen, the show about nothing!

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