Frankenstein (1931)

Frankenstein (1931)

A era de ouro dos estúdios em Hollywood não teria sido a mesma sem a Universal Pictures. É impossível não pensar, quando se fala sobre filmes de horror clássicos, em Bela Lugosi ou Boris Karloff, dois ícones desse gênero cinematográfico. No entanto, o sucesso desses atores não teria sido possível sem o capitão por trás dessa nave muito louca: a própria Universal. Drácula e Frankenstein emergiram junto com a identidade desse estúdio que usou o que tinha de mais característico –  seus parcos orçamentos-  para ascender ao sucesso.

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Curiosidades e histórias do Oscar – Parte 2

Curiosidades e histórias do Oscar – Parte 2

Na segunda parte da nossa série com lembranças e curiosidades do Oscar, trazemos alguns momentos memoráveis que merecem serem lembrados. Alguns deles pela emoção. Outros pela vergonha alheia, daquelas que queimam as bochechas só de serem relembrados. Discursos embaraçosos, lágrimas, gafes, tombos, momentos históricos… Tudo pode acontecer na noite de premiação da Academia. Tudo mesmo.

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Stromboli (1950)

Stromboli (1950)

Acho que bem no fundo eu me apaixonei por Roberto desde o momento em que vi Roma, cidade aberta, pois não podia ignorar que ele estava sempre presente em meus pensamentos.

Ingrid Bergman

Falar de Stromboli sem mencionar o que aconteceu durante seus bastidores é mutilar parte de uma história que incendiou Hollywood e o mundo no começo dos anos 50. De um lado, uma atriz sueca querendo sair de Hollywood; de outro, um cineasta conhecido por seus temas duros e realistas e uma atriz italiana, sua musa. No meio deles, um período em que a Europa tentava se reerguer, depois dos horrores vividos na Segunda Guerra Mundial.

Stromboli é uma reunião de angústia, paixão, horror, claustrofobia, choro e beleza.

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Curiosidades e histórias do Oscar – Parte 1

Curiosidades e histórias do Oscar – Parte 1

Uma das épocas favoritas do ano dos cinéfilos está chegando. Sim! O Oscar tá logo aí, e enquanto corremos para ir assistindo os indicados na medida do possível, é bacana também relembrar um pouco da história da premiação. Afinal, o que não faltam são momentos inusitados, emoção, barracos e polêmicas na história da famosa premiação da Academia, alguns já bem esmiuçados por nós aqui no Cine, na retrospectiva do Oscar que fizemos no ano passado.

Por isso, nada melhor do que listar alguns momentos da célebre cerimônia ao longo dos anos.

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Eu sou Ingrid Bergman (2015)

Eu sou Ingrid Bergman (2015)

Poucas coisas na vida me emocionam tanto quanto assistir a um filme no cinema. Quando a luz apaga, é como se todos os meus problemas ficassem lá fora e eu tivesse um encontro, um encontro só meu, com alguém de que gosto muito. Dessa vez, voltei de um encontro com uma das primeiras pessoas que me apresentou ao cinema clássico: Ingrid Bergman.

Como muitas pessoas nesse mundão sem porteira, Casablanca foi um dos primeiros clássicos aos quais assisti. E, depois de chorar baldes com o amor entre Ilsa e Rick, a palavra “cinema” tomou outro significado para mim. As imagens eram um deleite para mim, fascinavam-me. Às vezes, se um filme estava ruim, eu gostava de prestar atenção aos movimentos, às imagens, aos cenários. É como se eles reproduzissem uma época especial, um tempo que ficou cristalizado ali. Eu sou Ingrid Bergman cristaliza a vida da atriz através de filmagens caseiras e fotografias nunca vistas antes.

O resultado é um documentário belíssimo e por vezes melancólico, que nos deixa com o choro engasgado.

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Amor à toda velocidade (1964)

Amor à toda velocidade (1964)

As incursões de Elvis Presley no mundo do cinema geraram, principalmente, duas coisas: baldes de dinheiro e muitas críticas severas ao astro, bem como aos roteiros dos filmes – na maioria das vezes, com razão. Mas quem realmente se importava? O negócio era destruir os cinemas e suspirar cada vez que Elvis aparecesse na tela.

Na data em que celebramos o aniversário do Rei do Rock, relembramos aquela que é considerada a sua melhor (ou menos pior) atuação: o mecânico-corredor-cantor-rebolador Lucky Jackson em Viva Las Vegas, de 1964, ao lado da beldade Ann-Margret.

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Star Wars: a saga tinha tudo para dar ruim e não deu

Star Wars: a saga tinha tudo para dar ruim e não deu

Pode-se fazer esse filme para adolescentes mais velhos, vinte e poucos anos, ou fazê-lo para a garotada, e é isso que eu quero, crianças de 8, 9 anos. Esse é um filme Disney.

George Lucas

Na semana passada, o sétimo episódio de Star Wars estreou e, ao contrário da Camila, ainda não fui assistir. Estou assistindo a todos os filmes da saga para entrar no cinema com dignidade. Você não leu errado. Nunca tinha visto  Star Wars e essa era uma das minhas maiores vergonhas cinéfilas. É com lágrimas nos olhos que inflo os pulmões para dizer: POR QUE DIABOS ESPEREI TANTO TEMPO PARA VER? Isso nos leva à frase de George Lucas que abre este post: se ele acreditava que se tratava de um filme para crianças, por que eu, no auge dos meus 24 anos, me sinto como uma criança histérica de nove?

A resposta chega a ser ridícula: porque é bom demais! Trata-se de um universo tão mágico, tão bem construído que qualquer pessoa pode apreciar, crianças ou adultos. Não era o que George Lucas, na época em que estava escrevendo o roteiro do primeiro filme, pensava. Ele achava que ia dar ruim e tinha todos os motivos do mundo para acreditar nisso. Tudo que vemos na tela em Star Wars foi fruto de muito suor, incerteza e negociações.

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Especial Star Wars – Por que amar a Princesa Leia?

Especial Star Wars – Por que amar a Princesa Leia?

Estamos finalmente na semana de estreia de Star Wars – Episode VII: The force awakens, e me dei conta de que nunca revelei aqui que sou uma fã aficionada da franquia, e que já estou há tempos com meu ingresso comprado para o dia 17 de dezembro. Sendo assim, decidi que já era hora de botar a cara no sol e fazer uma série de posts para comemorar a volta da saga.

E para começar, nada melhor do que falar da princesa mais badass da galáxia! No mundo do sci-fi feat. nerd, predominantemente masculino em 1977, Leia, interpretada por Carrie Fisher, deu um outro sentido à palavra “princesa”, quando se tornou a líder do próprio resgate. Definitivamente, Leia não tinha nada a ver com as princesas da Disney.

Logo na sua primeira fala do filme, era fácil perceber que ela se tornaria icônica e uma das personagens mais amadas da franquia que conquistou o mundo. Sendo assim, o Cine Espresso fala sobre os 9449043859340 alguns dos motivos pelo quais devemos amar a Princesa Leia.

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Viva Maria! (1965)

Viva Maria! (1965)

Achei Jeanne simples, mas sofisticada, calorosa mas dura, sedutora mas temível, enfim, eu a achei tal qual a imaginava, com seu extraordinário poder de sedução que mal dissimulava seu caráter de aço temperado. Eu não a achava bonita, mas pior, perigosa. Ensaiamos nossas canções abraçadas pelas cinturas como duas crianças. Minha voz se esganiçava, a dela desabrochava. Ela me sorria gentilmente. Compreendi por que os homens eram loucos por ela.  – B.B. sobre Jeanne Moreau.

Talento, beleza e ousadia: acho que são as três palavras que mais definem Jeanne Moreau e Brigitte Bardot. Ambas frutos da década de 50 do cinema francês compartilharam mesmo sem saber, gosto, sonhos e até homens. Um dos grandes eventos da década de 60 não poderia ser nada mais, nada menos do que um filme entre essas duas divas eternas, “Viva Maria!” de Louis Malle. Gravado no México durante quatro meses, “Viva Maria!” foi uma super produção que contou com mais de 150 técnicos. Malle chamou o produtor de Buñuel para as filmagens – Óscar Dancigers – além de utilizar a casa do diretor no México, para hospedar algumas pessoas. Continue Reading…

Tippi Hedren e seu leão de estimação – Parte I

Tippi Hedren e seu leão de estimação – Parte I

Tradução: Jessica Bandeira

Revisão da tradução: Ana Rolim

Ter aquele leão em casa foi muita estupidez.

Tippi Hedren revela seus arrependimentos por deixar uma fera fazer parte da família – e até mesmo dormir na cama de Melannie Griffith!

A atriz de “Os pássaros” revelou constrangimento e arrependimento por ter deixado um leão adulto viver com a família nos anos 70, alegando que eles foram “inacreditavelmente estúpidos” ao permitir que a fera brincasse com Melanie Griffith, filha de Hedren e com 13 anos na época. Nas fotos tiradas pela revista LIFE, o leão, chamado Neil, pode ser visto relaxando à beira da piscina da família, esparramado na cama de Melanie e sendo a distração do escritório. Continue Reading…

                                    
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