Drácula (1931)

Drácula (1931)

Quando Carl Laemmle fundou a Universal Pictures em 1915,  um dos projetos que logo considerou para a produção, como filme mudo, foi o clássico filme de terror, Drácula de Bram Stoker. Dezesseis anos depois, a Universal finalmente produziu o primeiro filme de terror sobrenatural falado.

Ninguém entendia ao certo na época, coisas como mansões quebradas, em ruínas com enormes teias de aranha. Havia tatus correndo e morcegos voando. Na verdade, Browning e a Universal são responsáveis por quase toda a iconografia que associamos a filmes de terror. Capas longas, escadarias, mofo e podridão, aranhas e morcegos. Tudo que agora é da matinê de sábado, coisas para crianças, veio de Drácula. – Bob Madison (Film Historian)

Gregory William Mank, autor da biografia de Bela Lugosi mencionou “Ele definiu o astro de filmes de horror dos anos 30. Porque, primeiro, era atraente, ele era sedutor. Não havia nada repulsivo nele. Ele conseguia hipnotizar,  atrair a simpatia do público, mostrar o mundo através de seus olhos de vampiro.” Todos os Dráculas desde então, foram feitos à sua imagem. O estúdio estava sob grande responsabilidade, se o primeiro Drácula não desse certo, certamente não existiriam tantas versões.

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Momento Louella Parsons: Lana Turner, atração fatal

Momento Louella Parsons: Lana Turner, atração fatal

Histórias da vida pessoal de meus ídolos e dos ícones do cinema clássico sempre me fascinaram, e, sinceramente, não sei explicar o porquê. Basta apenas uma leitura de um livro ou de umas poucas linhas em uma revista ou na Internet, e lá estou espalhando as escandalosas histórias, intrigas, fofocas, bafões, os quem-pegou-quem da era da Old Hollywood. E jamais esqueço dessas descobertas feitas. Esse é meu lado Louella Parsons, uma das duas famosas e rivais colunistas da época (a outra era Hedda Hopper), que não perdoava nada, nem ninguém. Material não faltava mesmo para as fofoqueiras, pois, como diria James Montgomery, “Hollywood é pura Californication!”


Uma dessas histórias que descobri ainda no início da minha paixão pelo cinema e pela fofoca Old-Hollywoodiana foi a de Lana Turner, a mulher mais azarada em termos de relacionamentos amorosos. Apesar de todo seu talento, beleza e sucesso, ela jamais conseguiu ser completa e bem sucedida em sua vida sentimental.

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