Cinco filmes de Woody Allen que você pode ver no Netflix

Hoje o nosso velhinho amado completa 80 anos de sarcasmo e ótimos roteiros. Desde os anos 80, Woody Allen nos dá um filme por ano, e às vezes até mais de um.  O diretor é figurinha fácil aqui no Cine Espresso, e como não poderia deixar de ser, hoje resolvemos botar a cara no sol e listar cinco ótimos filmes do cara que estão no Netflix.

5 – Trapaceiros (2000): um ex-bandido incompetente e recém-saído da cadeia (Allen), sente saudade de sua vida no crime, e reúne alguns companheiros, contra a vontade da esposa (Tracey Ullman), a fim de assaltar um banco. O plano parece perfeito: os bocós alugam uma loja quase ao lado do tal banco; enquanto a esposa faz cookies na parte de cima, eles escavam no porão para tentar chegar à agência. Tudo seria ótimo, se, do nada, os cookies começassem a fazer um sucesso absurdo e atrair cada vez mais gente.

4 – Tiros na Broadway (1994): Um roteirista atormentado (John Cusack), consegue financiamento com um mafioso para um peça que ele escreveu. No entanto, a interferência do gangster causa diversos imprevistos; entre eles, a imposição de sua noiva burra, e a ajuda de um de seus capangas, que acaba se revelando um talento inesperado no teatro.

3 – Poderosa Afrodite (1995): Esse filme, para mim, entra facilmente na lista dos dez melhores feitos pelo diretor. Com a estrutura narrativa de uma tragédia grega, recheada de sarcasmo, o enredo conta a história de um casal que adotou uma criança. Anos mais tarde, o marido (vivido por Allen), decide ir atrás da mãe biológica do menino, uma prostituta (Mira Sorvino). Compadecido da moça, ele se torna obcecado pela ideia de melhorar a vida dela. Mira Sorvino ganhou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme.

2 – Poucas e boas (1999): A biografia fictícia de um dos melhores guitarristas do jazz (que só perdia para Django Reinhardt), esse filme é um dos mais ternos de Woody. Sean Penn encanta no papel do egoísta e talentoso Emmet Ray, que entende como ninguém seu violão – e só isso. Um dos melhores mockumentary que já assisti.

1 – Annie Hall (1977): a comédia romântica definitiva. Woody e Diane Keaton coroam a parceria prolífera com o melhor filme que fizeram juntos, na história de Alvy e Annie, desde que eles se conheceram até o fim do relacionamento de idas e vindas.

Escrito por Camila

Formada em Letras e na Academia Douglas Sirk de sofrência e pregadora na Igreja Universal do Reino de Woody Allen. Uma professora de inglês apaixonada por musicais. Faz parte da Comissão de Avaliação, Seleção e Fiscalização, na área de Cinema e Vídeo, do Financiarte de Caxias do Sul.

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